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Guia com as melhores práticas para um e-commerce de sucesso

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Guia com as melhores práticas para um e-commerce de sucesso

Tempo de Leitura: 11 minutos.

Se você sempre teve o sonho de montar seu próprio negócio e fazê-lo dar certo, seja bem-vindo ao nosso guia com as melhores práticas para um e-commerce de sucesso. Este conteúdo é indicado tanto para quem já tem um negócio online quanto para aquele que pretende ter e não sabe por onde começar para garantir um bom desempenho.

Já não há dúvidas quanto ao poder de expansão da internet no setor comercial. Usuários no mundo inteiro se mostram muito mais confiantes na hora de efetuar compras online, optando pela praticidade, pelo preço e pela multiplicidade de escolhas entre empresas e produtos.

Em muitos atributos, uma loja virtual funciona como um estabelecimento físico. Nela, você precisa estar presente, gerenciar o estoque, atender com foco na satisfação do cliente, manter o público engajado e investir em planejamento estratégico para fortalecer sua marca.

Com todo o advento tecnológico em alta, os empreendedores estão visualizando o negócio digital com mais facilidade. Entretanto, quais são as principais implicações desse tipo de empreendimento? Como obter sucesso e quais os desafios reais?

Se você quer as respostas para estas e outras perguntas, continue a leitura e descubra quais são as melhores práticas para um e-commerce bem-sucedido!

1. Planejamento ideal de um e-commerce

A concorrência no ambiente digital não para de aumentar. Portanto, para que o negócio funcione bem, é extremamente importante falar sobre planejamento logo de início.

Se você está prestes a começar um projeto novo, seu ponto de partida é ter em mente qual tipo de negócio vai montar. Um empreendimento bem desenhado atrai maiores chances de prosperidade. E, quanto mais clara for a proposta, melhor.

Muito além de abrir uma loja virtual, um projeto de e-commerce requer cálculo e estratégia. O público precisa olhar para a sua empresa e, de cara, compreender qual problema ela pode solucionar.

O número de lojas virtuais que fecha em menos de um ano não é pequeno. Por isso, lembre-se de que organização é primordial. Planeje detalhadamente seu projeto, investindo tempo na análise do mercado em que você deseja se inserir.

Portanto, ponha tudo no papel e programe a execução de cada etapa do projeto com data e valor a ser investido.

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2. A importância de escolher um nicho de mercado para o e-commerce

A melhor forma de lidar com a alta competitividade do mercado de e-commerce é estudando seus concorrentes. Como um bom gestor, você precisará mapear o mercado em busca de entender quais são os players presentes e como eles se comportam.

Essa tarefa não se restringe àqueles que estão iniciando, mas vale para todos os empreendedores digitais. Saber qual é o diferencial de sua marca em relação às demais é crucial para o posicionamento do produto. A partir disso, é possível ter melhor clareza da demanda que o seu negócio atenderá.

Tenha cuidado para não se deixar enganar pelos atrativos do e-commerce. Muitas lojas virtuais dirigidas por empresários inexperientes acabam dando prejuízos, pois vender tudo no mesmo lugar na internet não é nada fácil.

Acerta aquele que vende com foco em nichos específicos. A venda de objetos colecionáveis para amantes da cultura pop, por exemplo, é muito mais interessante do que a oferta de objetos em geral.

Da mesma forma, oferecer opções de alimentação saudável soa melhor do que criar um e-commerce que tenha todo tipo de comida. Investir em um nicho de mercado, portanto, é a melhor alternativa para quem deseja montar uma loja virtual.

Assim, você consegue evitar a concorrência com empresas de grande porte, fugir das saturações corporativas e desvendar um mercado pouco explorado. Pesquise para encontrar um nicho promissor, escapando o máximo possível do confronto com os players gigantes, e estará no caminho certo para abrir um e-commerce de sucesso.

Entendendo seu cliente

Muita gente tem pressa no início, ignorando os passos primordiais para a boa performance do empreendimento virtual. Mas você não deve agir dessa forma, ok?

Antes de começar o negócio, descubra quem é o seu público-alvo. Conhecer e ouvir o cliente são ações fundamentais. Para tanto, você pode investir em pesquisas de mercado ou, até mesmo, bater um papo com amigos e parentes que possam dar opiniões sobre sua ideia.

Uma vez abertas as portas do negócio online, foque em criar canais de diálogo para o envio de feedbacks. Estratégias como espaços para comentários e questionários de satisfação do cliente são as mais comuns.

Uma das grandes diferenças entre as lojas físicas e digitais está na relação com o consumidor. O comportamento do seu público-alvo na internet deve ser estudado e acompanhado, pois, assim que você entendê-lo, poderá traçar estratégias para servi-lo.

Investindo no pós-venda

Já que estamos falando do comportamento dos clientes, vale ressaltar que mantê-los fidelizados é mais importante do que fazê-los comprar em sua loja. O pós-venda (ou pós-compra) pode ser trabalhado a partir de ações simples e capazes de transmitir uma atenção especial.

Quando o consumidor percebe o cuidado do vendedor, a experiência de compra é melhorada — e as chances de indicação do seu e-commerce só tendem a aumentar. Lembre-se: é preciso que os clientes divulguem e comprem novamente.

Investir no pós-venda é uma maneira de trabalhar a divulgação da loja virtual e atrair um público fiel e satisfeito. Portanto, trata-se de um esforço que vale a pena.

3. Melhor plataforma para desenvolver o e-commerce

Ainda na lista das decisões mais importantes a serem tomadas, a escolha da plataforma requer cuidado extremo, já que funciona como a base da loja. Tudo o que você desenhar no plano de ações dependerá de sua capacidade: por isso, optar por um sistema flexível e moderno é fundamental.

As plataformas para lojas virtuais oferecem procedimentos operacionalizados de formas distintas. Ainda assim, a maioria delas pode ser alterada de acordo com suas necessidades e preferências. Basicamente, existem 3 tipos disponíveis no mercado:

  • gratuitas — costumam ser muito limitadas, restringindo a customização e cobrando taxas por serviços adicionais;
  • open source (com código-fonte aberto) — apesar de gratuitas, não oferecem nenhum tipo de suporte e demandam conhecimentos técnicos para que sejam operadas;
  • pagas — costumam contar com suporte e oferecem mais possibilidades para customização, integração e logística. Cobram um percentual de sua receita.

Se você está prestes a iniciar um e-commerce, dê preferência para a opção que cabe no seu bolso. Não é recomendável fazer um investimento absurdo em tecnologia logo de cara. Por outro lado, plataformas muito limitadas podem fazer com que você fique atrelado a elas durante muito tempo, impedindo até mesmo a expansão do negócio.

É importante investigar se a plataforma pode ser acessada por smartphones e se está preparada para os mecanismos de busca.​ Não deixe de verificar a compatibilidade do sistema com os serviços de pagamento e gerenciamento das empresas mais importantes do mercado.

Lidando com pagamentos

Para que loja virtual opere de forma perfeita, receber pagamentos é fundamental. Existem 3 maneiras de você receber pagamentos online:

Intermediadores de pagamentos

Recomendados para quem está se aventurando no e-commerce, os intermediadores apresentam mais praticidade no uso. E isso vale tanto do ponto de vista técnico quanto do de negócios.

Esse recurso pode auxiliar na hora de assumir o risco de fraude e, também, ao adiantar recebíveis. É cobrada uma tarifa fixa por transação, acrescida de uma variável em cima do valor da venda.

Gateways de pagamento

Os gateways são opções bem populares, devido à capacidade de estabelecimento de conexão com as redes de adquirência (como Cielo e Redecard). São, também, mais baratos, já que não cobram taxas sobre o valor da venda.

Por outro lado, ao integrá-los, é importante que o lojista contrate serviços (como antifraude). Além disso, ele deverá assumir a relação com o adquirente na negociação do adiantamento de recebíveis e taxas.

Integração direta com a adquirente

Quando o lojista tem mais experiência e atua ao lado de equipes focadas nesse setor especifico, a integração direta é uma ótima opção. Como no gateway de pagamento, você precisa fazer contato direto com o adquirente, tendo liberdade para negociar tarifas.

No geral, a recomendação do mercado é iniciar com o intermediador de pagamento, enquanto você desenvolve sua loja virtual com tranquilidade. Mas, caso o seu plano de ação inclua um investimento mais robusto em marketing, um gateway de pagamento pode se tornar mais interessante.

4. Segurança do e-commerce

Tipos de segurança

segurança no e-commerce deve ser uma preocupação nata. Afinal, seus potenciais clientes se preocupam muito com o sigilo das informações de compra. Dados como o endereço e o número do cartão de crédito devem ser altamente protegidos.

Além disso, quanto mais você demonstrar que também se preocupa com tais quesitos, mais seguro o usuário se sentirá ao realizar suas compras. Os 2 tipos de segurança fundamentais no comércio digital são:

SSL (Secure Socket Layer)

Obrigatório para qualquer site que ofereça ferramentas de cadastro ou compra, o SSL atua como uma forma de proteger todas as informações que os usuários inserem. Trata-se da maneira mais comum de evitar o roubo de dados por invasores mal intencionados.

Todas as lojas virtuais que promovem transações na internet são obrigadas a utilizar um SSL. Assim, elas poderão contar com as redes de adquirência (como a Cielo, por exemplo).

Scan de Aplicação e IP

O Scan de Aplicação e IP rastreia vulnerabilidades que abrem espaço para que hackers possam extrair informações sem licença de seu site. O famoso Scan serve como um verdadeiro mapeador de falhas de segurança, revelando os códigos nos quais seja necessária alguma correção.

Selos de segurança

Para aumentar as vendas, lembre-se sempre de mostrar para seus clientes o quanto você está preocupado com a segurança no ambiente de compras. Quando acessa uma loja online e vê que ela é monitorada por uma grande empresa, o consumidor fica mais tranquilo para inserir dados restritos.

Há uma variedade de empresas que trabalham bloqueando vírus na internet e oferecem selos de segurança atualizados. Para reforçar a confiabilidade, tente exibir esses selos em lugares estratégicos, como próximo do botão de compra, na página do produto e no rodapé.

Canais de atendimento

Outra forma de garantir o sentimento de conforto e segurança ao público é disponibilizando um espaço para reclamações. Hoje em dia, a aproximação entre o consumidor e o lojista tem se tornado cada vez mais comum na internet.

Nesse caso, o mais interessante é conseguir que o consumidor reclame diretamente com você — em vez de recorrer a sites como o Reclame Aqui. Esforce-se para atender a todas as reclamações com profissionalismo, investindo na criação de canais oficiais e funcionais que possam gerar protocolos de atendimento ao cliente sem burocracia.

5. Como fazer uma logística eficiente no e-commerce

Como você sabe, o Brasil é um país com dimensões continentais. Se a logística no e-commerce já é uma tarefa naturalmente complicada, a dor de cabeça pode ser ainda mais intensa em terras brasileiras.

Garantir uma boa gestão logística significa ter a certeza de que o produto solicitado chegará ao destinatário no prazo estipulado nas condições prometidas. De forma resumida, as duas maneiras de fazer as entregas são:

  • Correios — configuram o meio mais prático para realizar as primeiras entregas. Vale a pena atentar, porém, ao limite imposto para o peso e as dimensões dos itens enviados. Considere também o risco de haver greves ou outras paralisações que prejudiquem os prazos agendados.
  • transportadoras — apresentam mais estabilidade e menos dificuldades com limites de peso e tamanho. Contudo, talvez não sejam interessantes para pequenas empresas.

Na hora de pensar na logística, não deixe de avaliar a viabilidade de entrega em regiões muito distantes da base de operação. Se o destinatário estiver muito afastado de você, pode ser que o esforço não valha a pena. Para não perder dinheiro, tente sempre deixar as limitações da entrega evidentes, caso existam.

6. Marketing digital para e-commerce

O e-commerce se assemelha a uma loja de porão: ninguém passa em frente ao seu estabelecimento, não é mesmo? Por isso, é preciso muito marketing, ou seja, investimentos em anúncios na web, newsletter e redes sociais.

A época em que o sobrinho que sabia mexer na internet cuidava dessa parte já passou há muitos anos! Não subestime esse imprescindível trabalho.

O marketing digital trará soluções, abrangendo ações diferenciadas que se encaixem em negócios distintos e proporcionando resultados diferentes, de acordo com cada estratégia. As principais formas de investir em marketing digital para e-commerce são:

Marketing de Conteúdo

Ligado ao Inbound Marketing, o Marketing de Conteúdo é, hoje, uma das ferramentas mais utilizadas pelas empresas antenadas no marketing. A qualidade do conteúdo interfere em praticamente todas as estratégias necessárias para a trajetória de um e-commerce de sucesso.

Trata-se de, mais uma vez, traçar formas para transmitir o valor de sua companhia a um público específico. Muita gente se engana ao achar que o Marketing de Conteúdo se baseia em apenas manter um blog atualizado ou publicar no Facebook.

Para que bons resultados sejam colhidos, tudo precisa funcionar de maneira integrada. O investimento nessa ferramenta pode trazer:

  • autoridade de mercado — se você mostra para seu cliente que é dedicado em disponibilizar gratuitamente um conteúdo que poderá ajudá-lo a fazer melhores análises, é criado um diferencial sobre a concorrência;
  • melhor posição no Google — um conteúdo planejado leva sua empresa para as primeiras páginas de busca do Google. O maior buscador do mundo está cada vez mais inteligente: não adianta encher o texto com palavras-chave. Características como semântica e organização contam para um bom rankeamento;
  • vendas — quando seu cliente vira fã, ele está pronto para trazer mais pessoas para a sua marca por meio do compartilhamento, tornando a comprar outras vezes;
  • relacionamento com o público — o Marketing de Conteúdo permite conhecer a jornada de compra da persona. Assim, você pode criar conteúdos baseados nas necessidades e nos momentos de busca dela. Não há dúvidas de que suas chances de chamar atenção crescerão;
  • redução de custos — a característica dessa estratégia que mais deixa os empreendedores felizes está no fato de que os clientes chegarão de forma gratuita e orgânica, com um bom potencial de compra.

Redes sociais

Todo empreendedor já sabe da importância de estar presente nas redes sociais. Para que o investimento seja eficaz, é necessário estar atento às ações de marketing para lojas virtuais.

O alcance orgânico das redes sociais cai a cada dia. Se menos pessoas visualizam suas postagens sem que você desembolse recursos financeiros, é preciso investir em alternativas criativas e na alta frequência de postagens, em busca de engajamento.

Google Adwords

Sabe quando você digita algo na busca do Google e, em questão de segundos, alguns anúncios segmentados encabeçam a lista de buscados? Isso acontece por conta dos investimentos no Google AdWords, um verdadeiro leilão digital voltado para aumentar sua exposição nos resultados.

Por oferecer um alcance grande e imediato, o Adwords é a estratégia mais utilizada pela maioria das companhias. Para criar seus anúncios, não é necessário um aporte gigante. Apesar disso, é sempre necessário estudar a relação existente entre o valor do investimento e o tempo de retorno.

Remarketing

Há quase 100% de chance de você já ter entrado em um e-commerce, visualizado um determinado produto e, de repente, perceber que ele começou a aparecer em todos os sites acessados. Isso é remarketing (também conhecido como retargeting).

A estratégia é baseada no ato de conquistar o potencial cliente que “pegou” seu produto na mão, mas devolveu-o à prateleira e deu as costas. Com o remarketing, você não só faz com que o usuário se lembre do produto posteriormente, como aumenta as chances de um possível retorno.

E-mail marketing

Mesmo sendo uma das ações mais antigas, vale ressaltar que o e-mail marketing não morreu. Popular entre empresas de todos os segmentos, ele se aproveita do fato de que todo usuário online pode ser contatado por um e-mail.

Na hora de listá-lo como um investimento de marketing a se considerar, é essencial se lembrar de que o sucesso dessa ferramenta requer dedicação e tempo. Com o avanço da tecnologia contra spams, comprar uma base de dados de e-mails é dar um tiro no pé.

O ideal é construir sua própria lista, dando um passo de cada vez. Em busca de e-mails qualificados, procure as melhores maneiras de conseguir o contato de seus clientes de forma clara e fidelizada.

SEO

Essa é uma das siglas mais conhecidas da internet, que significa Search Engine Optimization (Otimização para Mecanismos de Busca, em português). Trata-se de um grupo de técnicas modernas, que permite aprimorar o posicionamento do seu site nos resultados de busca orgânica.

Diferentemente do Google Adwords, o SEO requer um tempo mínimo de 3 meses para que os efeitos comecem a ser vistos. Isso acontece porque o Google leva tempo até encontrar seu site e defini-lo como relevante e confiável.

Mesmo sendo uma estratégia de médio ou longo prazo, os resultados valem a pena. Você passa a ganhar visitas sem desembolsar dinheiro por elas. Além disso, com visitantes selecionados, eles estarão bem mais propensos a comprar.

7. Investimento na capacitação da equipe

Por último, e não menos importante, criar um e-commerce exige investimento em capacitação. Se você deseja empreender no mundo digital, não pode ignorar a necessidade de atentar para o aprendizado das técnicas e ferramentas do mercado.

A gestão do e-commerce pode ser complicada quando falta conhecimento, levando muitas lojas virtuais à rápida falência. Para controlar o sistema e o marketing digital com excelência, portanto, busque especializações da área. Com dedicação, você pode até optar por cursos online para dominar as técnicas do comércio virtual.

Vender pela internet nunca foi tão fácil. Ela está cada vez mais consolidada como um canal acessível para todo tipo de empreendedor que deseje expor seus produtos para o mundo. É por conta disso que a concorrência nesse ambiente tende a disparar sempre mais, tornando necessário o conhecimento das melhores práticas para um e-commerce de sucesso.

Se você conseguir planejar seu projeto com atenção aos mínimos detalhes, definir um nicho específico e entender qual o diferencial que quer oferecer, suas vendas estarão no caminho de acontecer!

Quer criar sua loja virtual o mais rápido possível? Preparamos um passo a passo para ajudar você com todas as questões que surgirão. Boa leitura e até a próxima!
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Sócio e cofundador da LojaVirtual.com.br. Com mais de 10 anos no mercado de e-commerce, tem o seu foco em acompanhar as mudanças do mercado e seguir as tendências tecnológicas.

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