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A evolução das compras coletivas: o e-commerce local

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A evolução das compras coletivas: o e-commerce local

Tempo de Leitura: 3 minutos.

A moda das compras coletivas chegou até as loja virtuais, e pode ser um recurso valioso em tempos de crise

Em meados de 2010 houve um boom dos sites de compra coletiva. O faturamento chegou próximo a R$ 1 bilhão. Mas o modelo de negócio se desgastou, muito por conta de insatisfação com a experiência de compra dos usuários. Apesar disso, chamou a atenção de donos de lojas virtuais como uma possibilidade real de novos negócios.

O sistema funcionava da seguinte forma: os anunciantes ofereciam seus produtos com grandes descontos para atrair consumidores. A oferta era publicada em um site de compras coletivas por um determinado tempo. Para que a oferta fosse validada teria que ter um número mínimo de pessoas “comprando” o produto. Quem aderisse à oferta dentro do prazo estipulado recebia um cupom para trocar pelo produto escolhido.

A solução encontrada pela maioria das empresas de compra coletiva foi deixar de ser coletivo. Os sites disponibilizaram mais ofertas por dia, sem limite de tempo de compra e o cupom pode ser retirado na hora. Também não existem mais a necessidade de aguardar um número mínimo de compradores.

A solução mais inteligente foi migrar para o e-commerce, ou e-commerce local. O Peixe urbano, um dos maiores sites de compra, aposta na geolocalização, nas ferramentas de busca, em filtros por interesse e propagandas em mídias sociais para fazer com que as promoções dos parceiros cheguem até os interessados. A ideia é oferecer descontos conforme a localização do consumidor sem ter que esperar pelo número mínimo de compradores, podendo aderir a qualquer momento, sem tempo limite para o fim para validar a promoção.

Com a evolução do Mobile Commerce essa estratégia ficou mais interessante, pois não é nem preciso imprimir o cupom. Basta fazer a compra com o smartphone e mostrar o código que é gerado na hora adquirir o produto. Compras por smartphones e tabletes cresceram 107% no último ano, mas apenas 16,12% dos e-commerce eram responsivos. Cada vez mais ter um site que adapte a vários dispositivos se torna mais importante.

Mas ainda há muito o que explorar. E muitos especialistas apostam nas mídias sociais. O Twitter, por exemplo, inaugurou o Earlybirdy Offers, no bom português, “Pássaro Madrugador”. Os clientes que fazem compras antecipadas recebem até 25% de desconto. Mais de 300 mil assinantes, até o final do ano passado já aderiram a esse recurso. Essa é uma alternativa de utilização do Twitter que pode ajudar no e-commerce.

Já o Facebook, com mais de 1 bilhão de usuários cadastrados, tem o potencial ainda maior. Hoje a rede social de Mark zuckerberg já faz divulgação de ofertas através de posts pagos e a cada vez mais empresas se rendem e criam personas nas páginas da rede social. Talvez, essa seja a melhor ferramenta para o e-commerce local. Pelo Facebook é possível conhecer desde as aspirações políticas até os hábitos de compra de cada cliente, o que o torna a mais óbvia ferramenta para o e-commerce local.

Outra ferramenta com possiblidades ilimitadas para o e-commerce local é o Google. E já houve uma tentativa convergência com compras coletivas pelos diretores do site de buscas. No ano de 2010 a empresa ofereceu US$ 6 bilhões pelo Groupon, até então a empresa de compras coletivas. Mas teve que ouvir um sonoro não por parte dos acionistas da empresa de compras. Parece muito, mas no mesmo ano o site de buscas lucrou nada menos que US$ 34 bilhões. O investimento seria apenas de 17% da receita. E, assim como o Facebook, as possibilidades são enormes. Utilizado o Adwords e o Google Maps, seria fácil indicar os melhores preços por geolocalização e por buscas individuais. Lembrando que são mais de 350 milhões de visitantes únicos buscando informações por mês.

A certeza que temos é que muito ainda há muito o que ser explorado nessa relação entre e-commerce e compras coletivas. Mas a convergência já existe, tímida, mas existe. O que falta são empreendedores corajosos para alavancar de vez o mercado.

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Sócio e cofundador da LojaVirtual.com.br. Com mais de 10 anos no mercado de e-commerce, tem o seu foco em acompanhar as mudanças do mercado e seguir as tendências tecnológicas.

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