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13 erros que estão tirando sua loja virtual do topo do Google

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13 erros que estão tirando sua loja virtual do topo do Google

Tempo de Leitura: 6 minutos.

João Paulo é um empreendedor audaz. Colocou as contas no papel, planejou as estratégias, definiu os processos, contratou uma empresa de transporte particular e, enfim, lançou seu e-commerce!

Ele mal pode esperar para ver os resultados. Afinal, suas ações foram bem pensadas e ele tem tudo para decolar em seu nicho. Sem possibilidades de investir em links patrocinados ou outros recursos de publicidade, o SEO é o seu grande trunfo. Ele está animado e tem certeza do sucesso absoluto. Mas…

…alguns meses depois, ele percebe que as vendas não estão tão quentes assim. Consultando o Google Analytics, constata que há pouco tráfego em seu website. Seus termos não aparecem no ranking do Google. O que pode estar acontecendo?

Se você passa por uma situação semelhante, não se preocupe. Neste artigo, você saberá quais são os principais erros de SEO para e-commerce e como fazer para solucioná-los o mais rápido possível.

 

1. Links quebrados

Sabe aquela página de erro em um link clicado? Extremamente irritante, não é mesmo? Pois é. Além de afastar o leitor, também pode fazer com que as suas páginas percam posições no Google.

Isso é muito mais comum em lojas virtuais do que em blogs, por exemplo, já que as landing pages possuem prazo de validade. Afinal, é normal a falta de um produtos no estoque.

Certifique-se de elaborar um pedido de desculpas quando isso ocorrer, mas o ideal mesmo é que esses links sequer existam no seu site (ou fora dele).

2. Site sem design responsivo

Você já deveria saber que grande parte das compras online são feitas por meio de dispositivos móveis. Especula-se que, em 2018, as compras em tablets e smartphones serão responsáveis por 40% de todo o comércio eletrônico.

Portanto, se a sua loja virtual ainda não é compatível com todos os dispositivos, você pode estar perdendo leads e cliente. Ainda mais depois da nova atualização do Google, o mobile-first index.

3. Inexistência do marketing de conteúdo

Vivemos em uma era em que o conteúdo é o grande herói das estratégias de inbound marketing. Portanto, já passou da hora de criar um blog para o seu e-commerce.

No Brasil, apenas 43,2% das lojas online possuem um local para divulgação de conteúdo relevante, o que revela uma oportunidade para se destacar em meio à multidão.

Blogs geram 2,5 vezes mais conversões no comércio eletrônico. Isso porque os artigos que aparecem no Google são responsáveis pela geração de tráfego e, consequentemente, leads qualificados e vendas.

Aliado ao inbound marketing, isso é, às redes sociais e o e-mail marketing, o marketing de conteúdo pode ser o que falta para que você coloque o seu site no topo do Google.

4. Palavras-chave sem buscas ou muito concorridas

Porém, é muito importante que a sua estratégia de SEO possua, antes de tudo, um bom planejamento. A escolha das palavras-chave relevantes podem significar a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma loja na web.

Por isso, certifique-se da adaptação à persona. Como o público pesquisa pelos produtos que você vende? Não adianta nada você descrever o seu produto como “dispositivo de comunicação inteligente impermeável” se as pessoas procuram por “celular à prova d’água”, não é  mesmo?

O mesmo vale para termos muito genéricos, como “smartphone” ou “iPhone”, por exemplo. Uma boa solução para isso é usar o conceito da cauda longa e encontrar termos de busca mais específicos.

5. Experiência do Usuário comprometida

Tá legal, já falamos aqui sobre a baixa velocidade de carregamento de página, mas você sabia que existem outros elementos que influenciam o posicionamento nos mecanismos de buscas?

No fim das contas, tudo está relacionado à experiência do usuário. Páginas confusas, má navegabilidade, design sujo, botões não-funcionais, tipografia ilegível… tudo isso acaba influenciando nas vendas.

Você pode até duvidar, mas o Google tem seus meios para descobrir esses problemas. Por exemplo, a partir de métricas como a taxa de saída, taxa de rejeição e tempo de permanência na página.

6. Problemas com descrições

Como um e-commerce possui uma vasta quantidade de páginas, é muito comum que webmasters copiem e colem a descrição em outros produtos, fazendo apenas algumas modificações pontuais.

O mesmo ocorre quando, na pressa por disponibilizar logo o produto, o administrador copia a descrição de outros sites ou do fabricante.

E isso, meu amigo, pode ser um erro grave. O Google reconhece páginas indexadas previamente, e pode penalizar as demais, acusando-as de plágio.

O ideal é que você dedique um tempo para descrições únicas e completas, seguindo as diretrizes para webmaster do Google.

E não adianta apelar para descrições rasas demais. Um conteúdo incompleto pode trazer sérios prejuízos na indexação.

7. Má utilização do remarketing e produtos relacionados

O remarketing é uma estratégia muito utilizada nos links patrocinados, mas você sabia que também pode ser utilizada para converter de maneira orgânica?

Essa técnica consiste em rastrear o comportamento do consumidor e, assim, mostrar a ele produtos já acessados. Ou seja, aqueles pelos quais ele já revelou interesse. Mas você não precisa pagar para fazer isso dentro do seu próprio site, não é mesmo?

O mesmo vale para produtos relacionados. Se o seu comércio virtual vende bicicletas, é interessante oferecer equipamentos nos itens relacionados. Se oferece computadores, mostre ao usuário os periféricos compatíveis.

E como isso auxilia o SEO? Simples: com uma navegabilidade que faça sentido, a taxa de rejeição, um dos fatores de ranqueamento, tende a ser menor.

8. URLs não amigáveis

O Googlebot, responsável pelo ranqueamento das páginas no mecanismo de buscas, funciona como um anti-vírus. Só que a varredura é feita em todo o conteúdo da internet. Páginas com erros graves são consideradas “cavalos de Tróia” ou spams e penalizadas.

É claro que o algoritmo não é perfeito. Por isso, você precisa ajudá-lo. As URLs são a forma mais simples de dizer ao Google sobre o que a página de destino trata.

Portanto, é muito difícil que ele reconheça a seguinte URL:

www.exemplo.com/produto/category/item.php?139849803

Em vez disso, é muito mais amigável quando a descrição seja amigável. Por exemplo:

www.exemplo.com/livros/139849803/o-senhor-dos-aneis-versao-completa

9. Excesso de palavras-chave

É muito comum, principalmente para empreendedores iniciantes, achar que SEO se resume a encontrar palavras-chave relevantes. É claro que é muito importante, mas não adianta selecioná-las e inseri-las repetidamente no conteúdo, tag, metatag, URL, alt text etc.

É muito melhor utilizar uma descrição útil, que realmente ajude o usuário a entender o produto, do que spamear o termo em lugares desnecessários.

Alguns espertinhos, inclusive, utilizam a fonte da mesma cor do plano de fundo, ou sobrepõem a palavra-chave com outros elementos, para tentar “tapear” o Google.

Isso pode ser enxergado como black hat e fazer um downgrade no ranqueamento das suas páginas.

10. Ausência de avaliações

Você sabia que 85,57% dos consumidores observam reviews, comentários e avaliações antes de fechar um negócio online?

Em outras palavras, podemos dizer que dificilmente uma loja virtual realizará conversões sem esses elementos. As pessoas confiam umas nas outras, e essa é uma tendência da economia colaborativa.

Já para os motores de buscas, as avaliações são importantes pois são uma maneira de atualização do conteúdo, prática muito bem-vista pelo algoritmo.

11. Falta do Alt Text

No marketing de conteúdo, as imagens complementam os textos, sendo, muitas vezes, um elemento secundário que apenas ilustra o que está sendo dito.

Já em uma loja virtual, as imagens são a estrela do espetáculo. Elas mostram ao consumidor exatamente o que ele espera receber. Por conta disso, geralmente são dispostas várias em sequência.

Por isso, é considerado trabalhoso incluir um alt text para cada uma delas. Mas acredite: vale à pena. Elas podem influenciar diretamente no SEO do seu site. Inclusive, você já pensou que o Google Imagens pode ser uma boa maneira de converter?

12. Não se cadastrar no Google Meu Negócio

O Google Meu Negócio é a ferramenta do maior buscador da internet voltada para, como diz o próprio nome, negócios.

Como ele é vinculado ao Google Maps, muitas pessoas acham que ele serve apenas para lojas físicas. Mas não é verdade.

Lojas virtuais também precisam se cadastrar na plataforma, tanto para auxiliar o ranqueamento quanto para fornecer informações ao usuário, como horário de funcionamento, endereço e telefone do negócio. Para se cadastrar, basta clicar aqui.  

Agora que você já sabe quais são os erros de SEO para e-commerce mais comuns, está preparado para corrigi-los, certo? Observe com cuidado os itens citados neste artigo e reveja suas estratégias para alavancar de vez as vendas da sua loja virtual.

13. Baixa velocidade de carregamento da página

Foi-se o tempo em que o usuário precisava esperar para acessar ao conteúdo de uma página. Hoje em dia, tudo deve ser instantâneo, imediato, “vapt-vupt”.

Páginas que demoram a carregar não apenas podem fazer com que o consumidor desista da compra, mas também prejudicam o ranqueamento nos motores de busca.

Você pode checar a rapidez do carregamento em algumas ferramentas como o Page Speed Insights. Caso constate uma performance ruim, reveja o número de elementos, como plugins, imagens e outros elementos da página.

 

Além de manter sua loja virtual no topo, aprenda a utilizar o Google Ads para e-commerce em nosso e-book gratuito.

 

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Sócio e cofundador da LojaVirtual.com.br. Com mais de 10 anos no mercado de e-commerce, tem o seu foco em acompanhar as mudanças do mercado e seguir as tendências tecnológicas.

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